O ICÔ­NI­CO TORI­BA

Hotel de mon­ta­nha

O ICÔ­NI­CO TORI­BA

O char­me, a ele­gân­cia e a hos­pi­ta­li­da­de do pri­mei­ro hotel turís­ti­co em Cam­pos de Jor­dão, inau­gu­ra­do em 1943 com arqui­te­tu­ra assi­na­da por Alfre­do Dun­tu­ch

Alfred Dun­tu­ch
Cam­pos do Jor­dão, SP

Com pro­je­to arqui­tetô­ni­co ins­pi­ra­do nos Alpes Suí­ços, Tori­ba que sig­ni­fi­ca “paz, ale­gria e feli­ci­da­de” em tupi-gua­ra­ni está loca­li­za­do na Ser­ra da Man­ti­quei­ra e é cer­ca­do por mais 2 milhões de m² de mata nati­va, com 15 km de cami­nhos entre­cor­ta­dos por ria­chos, em pon­tos entre 1.650 a 1.950 metros de alti­tu­de.

A ele­gân­cia é um dos pon­tos altos da cons­tru­ção. Vigas de madei­ra apa­ren­tes e obras de arte trans­mi­tem sofis­ti­ca­ção.

Aco­mo­da­ções des­fru­tam de vis­ta para a pai­sa­gem exu­be­ran­te da mata nati­va e as escul­tó­ri­cas arau­cá­ri­as. São 26 quar­tos na sede prin­ci­pal. 

Ambi­en­tes com larei­ra para aque­cer as noi­tes fri­as típi­cas da cida­de. 

Entre as atra­ções, o chá da tar­de é ser­vi­do no Ter­ra­ço Pano­ra­ma, de onde é pos­sí­vel pode apre­ci­ar a des­lum­bran­te vis­ta dos jar­dins do hotel e o mara­vi­lho­so pôr do sol.

Pedras e madei­ras reves­tem as áre­as exter­nas em total sin­to­nia com o entor­no.

Em meio às árvo­res, Res­tau­ran­te Tori­bi­nha pos­sui cober­tu­ra de vidro per­mi­tin­do expe­ri­ên­cia úni­ca, além de poder des­fru­tar sabo­ro­sos fon­du­es, entre outros pra­tos.  

A madei­ra reves­te pisos, pare­des e teto ema­nan­do mui­to con­for­to ao ambi­en­te.

Cha­lés cer­ca­dos pela natu­re­za des­fru­tam de mais pri­va­ci­da­de e con­for­to. Cons­tru­ções empre­ga­ram pedra, madei­ra e telhas cerâ­mi­cas.

O char­me dos ele­men­tos rús­ti­cos está pre­sen­te em todos os ambi­en­tes do hotel e é uma das mui­tas atra­ções. 

Varan­da em balan­ço e cons­tru­ção ele­va­da estão em cone­xão com o cená­rio exu­be­ran­te que con­vi­da ao des­can­so.

Ala­me­das flo­ri­das e assom­bre­a­das pelas arau­cá­ri­as dire­ci­o­nam aos cha­lés em meio à natu­re­za nati­va. 

Edi­fi­ca­ções ergui­das uti­li­zan­do vigas metá­li­cas, madei­ra e pedras.

Amplas aber­tu­ras conec­tam as cons­tru­ções à natu­re­za exu­be­ran­te. Para o rela­xa­men­to, aco­mo­da­ções equi­pa­das com hidro­mas­sa­gem.

Pre­ser­va­ção ambi­en­tal: árvo­res nati­vas são inte­gra­das às cons­tru­ções.

Suí­te luxu­o­sa com larei­ra e reves­ti­men­tos natu­rais.

Um dos cha­lés pos­sui meza­ni­no com camas de sol­tei­ro para aco­mo­dar a famí­lia. Guar­da-cor­po de vidro e aber­tu­ra em 90º per­mi­te vis­ta pano­râ­mi­ca. Banhei­ro pos­sui dupla de cubas.

A área de lazer do hotel pos­sui pis­ci­na aque­ci­da com água mine­ral e hidro­mas­sa­gem ao ar livre. 

Pro­je­to arqui­tetô­ni­co ori­gi­nal: Alfred Dun­tu­ch 
Fotos Divulgação/Toriba
Tex­to Janaí­na Sil­va

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